Pular para o conteúdo principal

O “novo normal”: Risco de lesões


Sabe quando você passa dias e dias trabalhando sem parar e de repente surge aquele final de semana livre e você quer aproveitar tudo que pode?

Já parou pra pensar que isso vai acontecer com muitas pessoas quando sentirem-se "livres" do confinamento? Esse desespero para viver tudo que não foi vivido neste período tem consequências!

É claro que nossa capacidade física está diferente do momento em que o isolamento começou. E o risco de lesões é grande! Principalmente quando não respeitamos certos limites.

Para evitar lesões no retorno ao "novo normal", fica aqui uma dica bem comum entre nós, médicos (e médicas) do esporte: start low and go slow! Ou seja, comece (ou retorne) devagar e progrida a intensidade também devagar. Não é o momento de buscar a recuperação da performance. Este é o momento para buscarmos o resgate de nossa SAÚDE!

Dra. Renata Castro
CRM 5270560-8
Especialista em Medicina do Esporte (RQE 28280) e Cardiologia (RQE 27131)⁣ 

Postagens mais visitadas deste blog

Por que fisioculturistas morrem cedo?

Neste final de semana aconteceu a maior competição do fisiculturismo mundial: Mr. Olympia. Dias antes do início da competição, um dos principais competidores, George "Da Bull" Peterson, 37 anos de idade, foi encontrado morto no hotel. Infelizmente, as mortes de fisiculturistas têm sido cada vez mais frequentes. A causa da morte ainda não foi divulgada. Mas uma morte de atleta sempre nos faz pensar sobre possíveis causas. O fato de a morte ter acontecido próxima à competição sugere que a desidratação e distúrbios de eletrólitos (como o potássio) podem ter sido a causa. Para os músculos ficarem mais aparentes, é muito comum que estes atletas desidratem absurdamente no período pré-competição. Muitos deles usam diuréticos e isso acaba gerando perdas enormes de água e potássio, facilitando a ocorrência de arritmias e morte. Vale lembrar que o uso de esteróides anabolizantes é frequente nos atletas de fisiculturismo e não podemos descartar infarto, tromboembolismo pulmonar e insufi...

Menopausa e a saúde do coração

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre as mulheres, sendo a principal delas a doença arterial coronariana. A doença coronariana se desenvolve nas mulheres muito mais tarde do que nos homens, com aumento expressivo no período de transição da vida adulta que leva à menopausa. Alterações hormonais, alteração na composição corporal, aumento dos níveis de colesterol e piora da saúde vascular são algumas das causas que relacionam a menopausa ao aumento do risco cardiovascular em mulheres adultas. A idade média da menopausa é aos 51 anos de idade, podendo acontecer antes ou depois disso. O período de transição até a menopausa pode durar até 8 anos e por isso, é importante que mulheres realizem consulta cardiológica a partir dos 40 anos de idade. Cardiologista e ginecologista trabalhão juntas para que você preserve a saúde do seu coração. Gostou? Compartilhe com aquela sua amiga que já passou dos 40... Dra. Renata Castro CRM 5270560-8 Especialista em Medicina do Espor...

Metabolismo LENTO não existe!

  A calorimetria indireta é o método de escolha para análise do gasto energético basal. Se você sempre culpou seu metabolismo, tá na hora de avaliar sua taxa metabólica basal. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Dra. Renata Castro, PhD (@drarenatacastro)